Luverdense, Outras Notícias, Poconé | Publicado em 14 de fevereiro de 2016 | Facebook Orisvaldo Nunes

Orivaldo Nunes Presidente do PEC disse que jogo foi adiado por imposição do LEC. Helmute e João Carlos apoiou o arbitro

Orivaldo Nunes-Presidente do PEC

Orivaldo Nunes-Presidente do PEC

O adiamento do jogo contra o Luverdense – deste domingo para a segunda-feira – não agradou ao presidente do Poconé Esporte Clube, Orisvaldo Nunes Rondon. Para ele, a não realização do jogo (em função da chuva) foi uma imposição do time de Lucas do Rio Verde.

 

“O Maiko Gaucho (diretor de Futebol) e o Helmute (Lawischi, presidente do LEC) usou o poder dele, como vice da Federação e presidente de um time forte, e convenceu o árbitro (Daniel Martins) a não realizar o jogo, sendo que o gramado tinha condições pois o pior da chuva já tinha passado”, alegou o dirigente em entrevista à Rádio A Voz do Oeste.

 

“Primeiro remarcaram para segunda à tarde, depois para de manhã, porque o Luverdense pediu. Temos problemas, pois o policiamento tem que vir de Cuiabá, a ambulância com o médico tem que vier de Cuiabá, e é complicado resolver tudo isso em pouco tempo”, acrescentou Orisvaldo.

 

À Rádio Atitude de Lucas do Rio Verde o presidente luverdense disse que “foi cumprido o regulamento, o gramado não tem condições, a chuva foi muito forte, e a decisão do árbitro foi acertada. Vamos jogar amanhã (nesta segunda). “Futebol é arte, é espetáculo, e do jeito que o gramado está não tem a miníma condição de jogar”, emendou o técnico Júnior Rocha, do Luverdense.

 

João Carlos de Oliveira, presidente em exercício da Federação Mato-grossense de Futebol, avalizou a decisão do árbitro e minimizou as reclamações do Poconé. “O regulamento é claro, a responsabilidade de ambulância, médico e segurança é do time mandante, então o Poconé tem que entrar uma solução”, afirmou à RVO.

 



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